Crowdfunding imobiliário: como combinar mais-valias, dívida e CRE de acordo com os seus objetivos

Mais-valia, dívida e CRE cumprem funções distintas numa carteira: crescimento, visibilidade de retorno e diversificação além do residencial.

Mais-valia, dívida e CRE cumprem funções distintas numa carteira: crescimento, visibilidade de retorno e diversificação além do residencial.

As Canárias e Baleares reforçam a sua atratividade hoteleira com mais de 8,1 mil milhões investidos desde 2019, forte procura internacional e foco em reposicionamento.

O equity da Urbanitae não se entende apenas pela rentabilidade-alvo: é preciso analisar execução, mercado, liquidez por evento, horizonte e waterfall.

O Francos II completa o ticket de equity de um projeto de escritórios de nova construção na Boavista, com aprovação arquitetónica concedida e TIR preferencial de 15% para os investidores da Urbanitae.

O Projeto Vivaldi financia a fase final de uma villa de luxo em Sierra Blanca, com mais de 65% da obra executada, hipoteca de primeiro grau e LTV inferior a 44%.

O Projeto Manjoya financia a aquisição de sete parcelas urbanas em Oviedo, com avaliação superior a 33 milhões de euros, LTV de 19,9% e saída apoiada numa compra e venda já comprometida.

Comprar um apartamento não basta: para saber se é um bom investimento, é preciso analisar custos, receitas, financiamento, gestão e enquadramento na estratégia.

Escritórios, hotéis ou residências de estudantes podem trazer motores de procura diferentes do residencial e ajudar a construir uma carteira imobiliária mais diversificada.

O retail espanhol inicia 2026 com elevada ocupação, vendas em alta nos centros comerciais e maior foco investidor em ativos prime e localizações consolidadas.

O primeiro trimestre de 2026 confirma o desequilíbrio do residencial espanhol: procura sólida, preços em alta, arrendamento pressionado e oferta insuficiente.