Categoria: Crowdfunding inmobiliário

Todas as notícias sobre o financiamento da multidão imobiliária no blog Urbanitae.

  • Crowdfunding imobiliário vs investimento tradicional: quais as diferenças e quando vale a pena cada um

    Crowdfunding imobiliário vs investimento tradicional: quais as diferenças e quando vale a pena cada um

    Durante muito tempo, investir em imobiliário significava comprar uma casa e arrendá-la para obter um rendimento estável. Mas, nos últimos anos, o setor mudou. As plataformas digitais e os modelos de financiamento participativo tornaram possível que qualquer pessoa invista no mercado imobiliário sem ter de comprar uma propriedade completa. É o que se conhece como crowdfunding imobiliário, uma forma de investimento que veio para ficar e que convive cada vez mais com o investimento tradicional.

    Ambas as opções partilham um objetivo comum —gerar rentabilidade a partir do valor do imobiliário—, mas diferem no funcionamento, acessibilidade e grau de envolvimento.

    Crowdfunding imobiliário: investimento coletivo e digital

    O crowdfunding imobiliário permite que vários investidores participem juntos em projetos imobiliários, contribuindo com pequenas quantias de capital através de plataformas online reguladas. Cada participante financia uma parte do projeto — seja uma promoção, uma reabilitação ou um imóvel para arrendamento — e recebe uma rentabilidade proporcional ao seu investimento.

    Além disso, o crowdfunding em Espanha é supervisionado pela CNMV, o que oferece um enquadramento transparente e seguro. Em plataformas como Urbanitae, os projetos são analisados cuidadosamente antes de serem publicados e classificados por tipo:

    • Projetos de mais-valia (equity), em que o investidor participa nos lucros obtidos pela promoção e posterior venda do ativo.
    • Projetos de dívida, em que o capital é emprestado a um promotor em troca de uma taxa de juro fixa.
    • Projetos de rendas, centrados na geração de rendimentos periódicos através de arrendamento.

    Este modelo democratiza o acesso ao investimento imobiliário: já não é preciso ter grandes poupanças nem gerir um crédito à habitação. Com um pequeno investimento, qualquer investidor pode entrar em operações diversificadas, em diferentes localizações e com vários níveis de risco e duração.

    Investimento tradicional: controlo e compromisso a longo prazo

    O investimento imobiliário tradicional continua a ser o caminho mais conhecido. Implica comprar um imóvel diretamente, assumir custos de manutenção, impostos e gestão — seja para arrendar, renovar ou vender mais tarde.

    A sua principal vantagem é o controlo total: o proprietário decide o uso do imóvel e pode beneficiar tanto das rendas mensais como da valorização a longo prazo. No entanto, requer capital elevado e uma gestão ativa, que pode ser complexa. Além disso, o mercado atual apresenta desafios adicionais, como o aumento dos custos de financiamento, os limites ao arrendamento ou a pressão fiscal em determinadas zonas.

    Por isso, muitos pequenos investidores procuram alternativas que lhes permitam continuar a investir no setor com mais flexibilidade, menor risco e sem as responsabilidades da gestão direta.

    Crowdfunding ou investimento tradicional?

    Não existe uma fórmula única para investir em imobiliário: ambas as opções fazem sentido, mas respondem a perfis e objetivos distintos. O investimento tradicional continua a ser atrativo para quem deseja manter o controlo direto sobre um ativo e vê a propriedade como um projeto de longo prazo. Comprar, renovar ou arrendar um imóvel permite obter rendimentos periódicos, embora exija capital elevado, tempo e a assunção da gestão e dos riscos associados ao imóvel.

    Neste âmbito, a Urbanitae Direct Investments introduz uma evolução relevante: permite investir diretamente em imóveis selecionados – novos ou em segunda mão – em condições mais favoráveis do que as do mercado e com acompanhamento integral durante todo o processo de compra. Isto reduz significativamente a complexidade e o risco tradicionalmente associados ao investimento imobiliário individual, facilitando o acesso a esta via mesmo para quem não deseja gerir uma propriedade por conta própria.

    O crowdfunding imobiliário, por outro lado, oferece uma forma mais acessível de participar no setor. Permite investir montantes reduzidos e sem hipoteca, delegando toda a gestão a profissionais. Em vez de concentrar o risco num único imóvel, o investidor pode distribuir o capital por diferentes projetos – de mais-valias, dívida ou rendimentos – e escolher os prazos e níveis de risco que melhor se adequem ao seu perfil. Além disso, sob supervisão da CNMV, plataformas como a nossa garantem processos estruturados, análises prévias rigorosas e acompanhamento contínuo de cada operação.

    Por isso, mais do que competir, o investimento direto e a co-investimento coletivo complementam-se. Muitos investidores combinam ambos os modelos: mantêm um imóvel em propriedade como ativo estável, aproveitam oportunidades diretas com apoio profissional através do Direct Investments e, ao mesmo tempo, diversificam a sua carteira participando em projetos imobiliários coletivos. Esta combinação oferece rentabilidade, flexibilidade e acesso a oportunidades antes reservadas a grandes investidores, adaptando-se melhor à nova forma de entender o investimento no setor.

    Conclusão

    O mercado imobiliário já não se divide entre “comprar ou não comprar”. Hoje, graças ao crowdfunding, é possível participar no setor de forma colaborativa, profissional e transparente. O investimento tradicional mantém o seu valor para quem procura controlo e património tangível, mas o crowdfunding imobiliário representa a evolução natural do setor: uma forma moderna de gerar rentabilidade com menor risco, mais acesso e mais informação.

    Em suma, ambas as opções podem coexistir. O essencial é compreender as diferenças, definir objetivos claros e escolher o modelo que melhor se adapta ao perfil e ao momento de cada investidor.

  • Diferenças entre debt e equity: duas formas de investir em crowdfunding imobiliário

    Diferenças entre debt e equity: duas formas de investir em crowdfunding imobiliário

    O crowdfunding imobiliário consolidou-se como uma forma atrativa de investir no setor sem necessidade de comprar um imóvel ou dispor de grandes poupanças. Dentro deste modelo, existem diferentes formas de participar, e as duas mais comuns são investimento em debt e investimento em equity. Ambas oferecem oportunidades interessantes, mas apresentam características diferentes em termos de rentabilidade, risco e horizonte temporal.

    Neste artigo, analisamos as principais diferenças, que tipo de investidor se adapta melhor a cada opção e como combinar ambas as estratégias dentro de uma carteira imobiliária equilibrada.

    O Que É o Investimento em Debt no Crowdfunding Imobiliário?

    Investir em debt significa emprestar dinheiro a um promotor para financiar parte de um projeto imobiliário, recebendo um juro fixo acordado. É uma forma de investimento mais previsível, uma vez que a rentabilidade e o prazo são conhecidos desde o início. Os projetos na Urbanitae costumam durar entre seis e vinte e quatro meses, permitindo rodar o capital com frequência e manter liquidez.

    Os projetos de debt caracterizam-se por retorno fixo e menor exposição ao mercado, uma vez que o lucro não depende da venda do imóvel. A sua principal vantagem é a estabilidade, embora a rentabilidade potencial seja mais limitada. Podem ocorrer atrasos na devolução se o promotor não cumprir os prazos, mas em plataformas reguladas como Urbanitae, os projetos são analisados e supervisionados cuidadosamente para minimizar este risco.

    Um exemplo típico seria financiar parcialmente a construção de um edifício residencial. O promotor utiliza o capital para avançar a obra e, ao final do prazo, devolve o investimento com os juros acordados. Este tipo de operação representa a essência do investimento de curto prazo em crowdfunding: rendimentos definidos, horizonte curto e gestão totalmente delegada.

    O Que É o Investimento em Equity no Crowdfunding Imobiliário?

    No equity, o investidor torna-se sócio do projeto em vez de credor. Ele aporta capital para o desenvolvimento de um ativo e participa nos lucros gerados quando o imóvel é vendido ou alugado. A rentabilidade não é fixa, pois depende do sucesso do projeto, o que implica um horizonte mais longo e um risco ligeiramente maior, mas também mais potencial de lucro.

    Este tipo de investimento costuma durar entre dois e quatro anos e adapta-se a quem deseja construir patrimônio e acompanhar todo o processo imobiliário, desde a compra do terreno até a venda final. Na Urbanitae, um projeto equity poderia ser o desenvolvimento de uma promoção de habitação na costa ou a reabilitação de um edifício. É o exemplo mais claro de investimento a longo prazo: maior compromisso temporal em troca de retorno potencialmente superior.

    Debt ou Equity: Qual Escolher?

    A escolha entre debt e equity depende principalmente do perfil do investidor e dos objetivos de investimento. Quem prioriza segurança e retornos previsíveis sente-se geralmente mais confortável com debt, especialmente se está dando os primeiros passos no crowdfunding imobiliário. Juros fixos e prazos mais curtos proporcionam tranquilidade e visibilidade, tornando este tipo de projeto uma boa porta de entrada no setor.

    O equity, por sua vez, pode ser mais atraente para investidores experientes ou dispostos a assumir um pouco mais de risco em troca de rentabilidade potencialmente superior. O desempenho depende do sucesso do projeto, mas também oferece a satisfação de participar ativamente na criação de valor e na evolução completa do desenvolvimento.

    Na realidade, não é necessário escolher apenas um. Muitos investidores combinam debt e equity na mesma carteira, aproveitando as vantagens de cada modelo. Esta estratégia mista adapta-se bem a diferentes momentos do mercado e ajuda a equilibrar risco e retorno. Por isso, plataformas como a Urbanitae oferecem ambos os tipos de projetos, permitindo criar uma carteira flexível que combine rendimentos periódicos com potencial de crescimento. Num ambiente de investimento cada vez mais dinâmico, esta diversidade é fundamental para investir com critério e construir uma base sólida ao longo do tempo.

    Conclusão

    Debt e equity não são caminhos opostos, mas ferramentas complementares dentro da mesma estratégia de investimento. Cada um responde a uma fase diferente do ciclo financeiro e a uma forma diferente de encarar o risco. Debt representa a busca por estabilidade, liquidez e resultados rápidos; equity incorpora a visão de longo prazo, a criação de valor e a possibilidade de rentabilidades superiores.

  • Vantagens fiscais de investir em equity com Urbanitae

    Vantagens fiscais de investir em equity com Urbanitae

    Ao comparar projetos de equity e dívida na Urbanitae, os investidores normalmente pensam primeiro em rentabilidade e prazo. No entanto, outro fator crucial impacta o resultado final: o momento em que os impostos são pagos.

    Ambos os tipos de projeto são tributados dentro da base de poupança, mas a forma como a tributação é aplicada pode afetar significativamente o retorno líquido, especialmente em reinvestimentos consecutivos.

    Em projetos de dívida, os impostos são pagos com mais frequência

    Projetos imobiliários de dívida geram rendimentos através de juros, considerados rendimentos de capital. Estes devem ser declarados quando recebidos, geralmente no vencimento do empréstimo, juntamente com o capital.

    Em alguns casos, os juros são pagos periodicamente, o que obriga o investidor a pagar impostos várias vezes ao longo do projeto. Isso reduz o capital disponível para reinvestimento.

    A alíquota é progressiva, variando de 19% a 30%, conforme a faixa de rendimento.

    Em projetos de equity, os lucros são tributados apenas uma vez

    Nos projetos de equity ou de valorização de capital, o investidor participa do capital da sociedade do projeto. Os lucros são obtidos apenas na venda do ativo ou na liquidação da sociedade.

    Em vez de receber pagamentos periódicos, todo o investimento — incluindo os lucros — permanece reinvestido durante a execução do projeto. A tributação ocorre somente no final.

    Isso cria um efeito de capitalização contínua, permitindo que o capital cresça sem interrupções.

    A principal diferença não está em quantas vezes se paga impostos durante um projeto, mas em como a tributação influencia investimentos consecutivos.

    Adiar o pagamento de impostos permite que o investidor em equity mantenha mais capital em operação por mais tempo, aumentando a rentabilidade acumulada e a eficiência fiscal.
    Por outro lado, investimentos em dívida reduzem a base de reinvestimento a cada pagamento de imposto.

    Duas estratégias, dois resultados

    ConceitoInvestidor A. Dois projetos de dívida consecutivos (15% em 18 meses cada)Investidor B. Um projeto de equity em 3 anos (TIR 15%)
    Investimento inicial10.000€10.000€
    TributaçãoTributa duas vezes (cada vez que recebe)Tributa apenas uma vez (no final do projeto)
    1ª operaçãoRecebe 11.500€ → paga 285€ → reinveste 11.215€
    2ª operaçãoRecebe 12.897€ → paga 319€
    Ganho líquido acumulado+2.578€+4.212€
    Capital final líquido12.578€14.212€
    Eficiência fiscalBase de reinvestimento reduzida duas vezesCapital cresce sem interrupções durante todo o período

    Pagar impostos mais tarde significa que os lucros continuam investidos, gerando retornos. Esse diferimento funciona como um impulsionador de performance, maximizando a rentabilidade líquida ao longo do tempo.

    Além disso, o equity simplifica a gestão fiscal, pois exige apenas uma declaração no final do projeto.

    Rentabilidade, tempo e eficiência fiscal

    Além do efeito numérico, este modelo apresenta outra vantagem: simplifica a gestão do investidor. Enquanto em projetos de dívida você recebe juros periódicos (que devem ser declarados a cada pagamento), no equity há apenas um ganho a declarar no final do projeto.

    Embora a dívida ofereça estabilidade e prazos mais curtos, quando um investidor realiza vários projetos no mesmo horizonte temporal, a tributação favorece o equity: você paga impostos apenas uma vez, permitindo que todo o capital — incluindo os lucros — se acumule durante mais tempo.

    Como explica José María Gómez-Acebo, Diretor de Relações Institucionais da Urbanitae: “Quando você investe em projetos de equity, os juros trabalham para você durante todo o ciclo. Você não os retira nem os fragmenta: deixa-os crescer até o final, e isso faz toda a diferença.”

    Principais vantagens do investimento em equity

    Investir em projetos de equity com a Urbanitae permite:

    • Pagar impostos apenas no final do projeto
    • Evitar erosão de capital devido a tributações repetidas
    • Beneficiar da capitalização contínua dos lucros
    • Obter potencialmente maior rentabilidade líquida

    O tempo como aliado do investidor

    Enquanto a dívida oferece prazos mais curtos e previsibilidade, o equity transforma o tempo em uma vantagem estratégica. Ao permitir que os lucros cresçam sem interrupção, a eficiência fiscal se torna um fator-chave para a performance a longo prazo.

    Deixar o investimento amadurecer totalmente antes de pagar impostos faz com que o tempo trabalhe a favor do investidor, e não contra ele. https://crowd.urbanitae.com/4ofBIju

  • Investir em imóveis: por que a Urbanitae faz a diferença?

    Investir em imóveis: por que a Urbanitae faz a diferença?

    O melhor momento para investir em imóveis

    No contexto atual, o setor imobiliário destaca-se novamente pela sua solidez. Apesar das taxas de juro ainda elevadas e de um ciclo económico moderado, continua a ser um dos ativos mais atrativos para investidores graças à sua tangibilidade, estabilidade e rentabilidade. Sendo um ativo físico, gera confiança nos investidores; além disso, funciona como proteção contra a inflação e a volatilidade dos mercados. Em termos de rentabilidade, além dos rendimentos de aluguer, os imóveis tendem a valorizar-se ao longo do tempo, posicionando-se como um investimento seguro. O principal obstáculo a um investimento tão rentável como o imobiliário é geralmente o elevado capital necessário para começar, o que limita a participação de investidores particulares neste tipo de projetos.

    Neste cenário, o crowdfunding imobiliário democratizou o acesso a projetos de alta qualidade geridos por profissionais. A Urbanitae estabeleceu-se como a plataforma líder na Europa. Em 2024, canalizou 178 milhões de euros em 66 projetos e devolveu mais de 110 milhões aos seus investidores, sem registar perdas de capital. Desde a sua autorização pela CNMV em 2019, manteve um crescimento contínuo, concentrando cerca de 60% do mercado e alcançando uma rentabilidade média anual superior a 12%. Após fechar 2024 com 178 milhões de euros investidos em 66 projetos, a empresa devolveu mais de 110 milhões de euros aos investidores; até à data, nenhum projeto sofreu perdas de capital. Além disso, iniciou com sucesso a sua expansão internacional, liderando o mercado português e entrando em França com o projeto Levallois-Perret, financiado em menos de meia hora.

    Por que investir com a Urbanitae?

    A Urbanitae é uma plataforma de crowdfunding cujo diferencial é que permite investir em projetos imobiliários a partir de 500 €, facilitando a participação de todos os tipos de investidores. Investir não tem custos adicionais e o prazo médio estimado é de 25 meses, permitindo um retorno rápido. Graças à estrutura de crowdfunding, os investidores podem obter maior diversificação, participando em vários projetos com diferentes retornos, localizações e prazos, evitando concentrar todo o capital num único tipo de ativo.

    O processo para começar a investir na plataforma é simples, intuitivo e totalmente online, permitindo que qualquer pessoa se torne investidor imobiliário. Basta registar-se e, após a ativação da conta, é possível começar a investir nos projetos disponíveis através de três modalidades: dívida, equity e mais-valia. Na modalidade dívida (debt), o investidor atua como credor, fornecendo capital em troca de uma taxa de juro fixa e prazo de devolução definido, oferecendo retornos mais previsíveis e menor risco. Na modalidade equity, o investidor torna-se sócio do projeto, adquirindo uma participação direta na sociedade que o executa. Esta opção implica assumir algum risco, mas também permite obter uma parte do lucro total gerado ao final da operação. A estratégia de mais-valia consiste em investir em projetos imobiliários com o objetivo de obter ganhos a curto ou médio prazo através da valorização do ativo. Baseia-se no ciclo comprar, reformar e vender ou comprar, construir e vender, participando como sócio de capital do promotor. Desta forma, o investidor obtém uma rentabilidade ligada ao valor acrescentado gerado pela melhoria ou construção do imóvel e ao aumento da procura no mercado.

    Com a Urbanitae, o investidor tem acesso a vantagens concretas. Em primeiro lugar, a possibilidade de participar em projetos localizados em zonas prime e grandes cidades — oportunidades normalmente fora do alcance de pequenos investidores. Além disso, a plataforma é totalmente online, permitindo registar-se, explorar os projetos disponíveis e decidir em quais investir de forma simples e segura.

    Trata-se de uma plataforma tecnológica de ponta que também oferece total transparência e acompanhamento contínuo: cada utilizador dispõe de uma área privada onde pode consultar, em tempo real, o progresso das obras e a estimativa atualizada de rentabilidade. As opções disponíveis na Urbanitae são variadas, tanto no tipo de imóvel, como na localização e rentabilidade — mas todas partilham a segurança de terem sido selecionadas por uma equipa de especialistas do setor.

    Urbanitae: experiência e histórico

    Um dos principais fatores de sucesso da Urbanitae é a rigorosa seleção dos projetos, que passam por um processo de aprovação criterioso baseado numa auditoria completa. Esta auditoria permite conhecer a situação real do ativo antes do investimento. Avaliam-se os riscos potenciais, passivos ou outras irregularidades em diferentes áreas: legal (contratos, licenças, litígios), financeira e fiscal (contas, dívidas, impostos), técnica (estado e licenças do ativo), etc. Cada proposta deve receber a aprovação unânime do Comité de Investimentos, composto por especialistas da plataforma e profissionais independentes.

    Graças a esta abordagem rigorosa, a Urbanitae concluiu agora a devolução de quase 70 projetos, nenhum dos quais resultou em perdas para os investidores. Além disso, a TIR média alcançada supera os 12%, apesar das muitas dificuldades enfrentadas por uma parte significativa dos nossos projetos de equity — inflação, aumento dos custos de construção, perturbações nas cadeias de abastecimento, etc.

    Projetos atualmente disponíveis para investimento na Urbanitae

    Na linha destas oportunidades de elevado potencial, a plataforma mantém várias operações particularmente atrativas abertas a financiamento.
    É o caso dos projetos Casa Coral e Casa Coragem, que consistem no desenvolvimento de duas moradias de luxo numa das melhores localizações da Costa del Sol. O principal atrativo de ambos reside no esquema de remuneração do investidor, que estabelece uma TIR preferencial de 14%. Ou seja, no final do projeto, os investidores da Urbanitae recuperam primeiro o seu capital e um retorno de 14% de TIR. Só depois o promotor recupera o seu capital e recebe um retorno igual, também de 14%.
    Quanto aos projetos em si, tratam-se de excelentes oportunidades por várias razões. O track record do gestor, Casas Fintech, na zona é excecional: vendeu 15 moradias cumprindo prazos e preços previstos. A comercialização está a cargo da Solvilla, provavelmente a melhor da região. E o produto é exclusivo — moradias de autor para as quais existe uma procura insatisfeita muito significativa.
    Além disso, continua disponível o investimento no projeto Navia, uma operação de dívida para desenvolver um retail park em Vigo. Este projeto marca a nossa estreia na Galiza e reforça a nossa aposta no segmento comercial, tanto para este ano como, sobretudo, para o próximo. Mais de 50% do parque já está arrendado a operadores de primeira linha e a comercialização está praticamente concluída. O investimento é estruturado através de um empréstimo até 5 milhões de euros, com uma rentabilidade anual de 10,5%, um prazo estimado de 15 meses e um mínimo de 6. O empréstimo conta com hipoteca de primeiro grau e outras garantias, e existe já um contrato de compra futura assinado, o que aumenta a visibilidade da saída.

  • O 2.º trimestre fecha com o maior aumento de investimento dos últimos três anos

    O 2.º trimestre fecha com o maior aumento de investimento dos últimos três anos

    O setor imobiliário espanhol registou níveis recorde com o maior aumento de investimento durante o segundo trimestre do ano. Assim o indica o mais recente relatório da BNP Paribas Real Estate, que aponta para um aumento de 52 % em relação ao trimestre anterior e de 106 % em termos homólogos, atingindo os 4.582 milhões de euros. Trata-se do valor mais elevado desde o terceiro trimestre de 2022.

    Este forte dinamismo deve-se ao novo papel que a Espanha desempenha no contexto europeu, posicionando-se como um destino prioritário tanto para capital nacional como estrangeiro.

    No que diz respeito à distribuição por segmentos neste período, os ativos alternativos lideraram o investimento com 1.204 milhões de euros (26 % do total), seguidos de perto pelo setor hoteleiro, com 1.171 milhões (26 %). A seguir surgem os escritórios, com 793 milhões (17 %); o residencial, com 665 (14 %); o retalho, com 542 (12 %); e o logístico, com 201 (5 % do volume total).

    Os sucessivos ajustes das taxas de juro, as boas perspetivas macroeconómicas e a solidez da procura por parte dos utilizadores colocam a Espanha como um dos mercados mais atrativos da zona euro, segundo a consultora. No primeiro semestre, o investimento ascende a 7.583 milhões de euros, o que representa uma melhoria de 52 % face ao mesmo período de 2024.

    As ilhas concentram quase 30 % das operações hoteleiras

    O setor hoteleiro consolida-se como um dos mais promissores dentro do mercado imobiliário, com um capital mobilizado que supera os 1.110 milhões de euros, impulsionado em grande parte pelo crescimento do turismo. A Espanha continua a receber um número crescente de visitantes, e alguns especialistas preveem que em 2025 se atinjam os 98 milhões de turistas, o que representaria um aumento de 4 % face ao ano anterior.

    O clima favorável, a qualidade da oferta hoteleira e as perspetivas económicas positivas estão a impulsionar o crescente interesse dos investidores neste segmento. Só na primeira metade do ano, as transações hoteleiras somaram 1.610 milhões de euros, com um crescimento homólogo de 16 %.

    Entre os destinos mais relevantes destacam-se Baleares e Canárias, que concentraram 28 % de todas as transações, e a Catalunha, que liderou o ranking como a comunidade autónoma com maior fluxo de capital. Neste contexto, destaca-se especialmente a compra de três hotéis em Arona (Tenerife) por 430 milhões de euros, a maior operação do semestre nesta categoria de ativos.

    Esta tendência também se reflete nos resultados do inquérito Hotel Investor Survey 2025 da CBRE, que coloca a Espanha como o destino europeu de maior interesse para os investidores pelo segundo ano consecutivo.

    Madrid lidera o investimento residencial

    O setor residencial continua também a apresentar um desempenho destacado, segundo a BNP Paribas Real Estate. Durante o segundo trimestre foram registadas 27 operações, com um total transacionado de 1.336 milhões de euros, mais 25 % do que em 2024.

    Um dos motores deste crescimento é o aumento das mudanças de uso, especialmente de escritórios para habitações de alto padrão. A consultora sublinha que “a compra de imóveis de escritórios para os transformar em habitações de luxo” está na origem de muitas das transações atuais. Um exemplo claro é a aquisição, por parte do fundo Argis, de um complexo de escritórios no distrito madrileno de Chamartín, que será reconvertido em 71 habitações.

    Do ponto de vista geográfico, Madrid lidera claramente o mercado, concentrando 52 % das operações, seguida por Barcelona, com 34 %. Em ambas as cidades, os fundos de investimento foram os principais protagonistas.

    O High Street impulsiona o investimento em retalho

    No que respeita ao segmento de retalho, a BNP Paribas estima um investimento de 542 milhões de euros no segundo trimestre e um total acumulado de 1.588 milhões na primeira metade do ano. Destaca-se a aquisição do centro comercial Espacio Mediterráneo, em Cartagena, por parte da Lighthouse, por um valor de 135 milhões de euros.

    O relatório também assinala a boa dinâmica do segmento High Street, que concentrou 48 % das operações. Esta tendência reflete uma recuperação do comércio físico, com um investimento 22 % superior ao de 2024, deixando para trás as dúvidas geradas nos últimos anos devido às mudanças nos hábitos de consumo.

    Neste sentido, a Savills destaca que os parques comerciais inaugurados nos últimos cinco anos se adaptaram ao novo consumidor, integrando mais operadores de lazer e restauração para melhorar a experiência de compra. A consultora prevê que, durante o resto do ano, sejam largamente superados os níveis de investimento de 2024, com operações previstas no valor de até 2.000 milhões de euros. Os centros comerciais surgem como os ativos mais procurados pelos investidores, tanto em volume como em número de transações.

  • Financiamento alternativo: chave para o setor imobiliário nos próximos três anos

    Financiamento alternativo: chave para o setor imobiliário nos próximos três anos

    72 mil milhões de euros. Este é o volume de financiamento que o setor imobiliário necessitará nos próximos três anos, de acordo com o relatório “The Lending Property Telescope”, elaborado pela consultora EY. Deste montante, 56 mil milhões de euros serão direcionados para projetos “geradores de rendimento”, enquanto os 16 mil milhões restantes serão destinados à promoção de habitações para venda a retalho.

    As dificuldades no acesso ao capital num contexto de taxas de juro elevadas têm sido uma constante ao longo de 2024. Este contexto, segundo a análise, beneficiou os fundos de dívida, que agora representam 21% do volume (2,3 mil milhões de euros).

    No entanto, os bancos espanhóis mantiveram um papel relevante na concessão de crédito. Mais de 6,8 mil milhões de euros (excluindo hipotecas para particulares e promotores) conferem-lhes uma quota de mercado de 63% e uma exposição total de 35 mil milhões de euros em dívida. A atividade da banca internacional manteve-se ao mesmo nível do ano anterior, uma estabilização que se deve, em grande parte, à ausência de operações “core”.

    Em que diferem os empréstimos dos fundos de dívida daqueles concedidos pelos bancos?

    O relatório da EY indica que o prazo médio dos empréstimos bancários ronda os seis anos, enquanto os concedidos por fundos de dívida têm uma duração inferior a três anos. Isto deve-se à sua natureza “Value Added”, que consiste em apoiar os investidores nas fases iniciais do plano de negócios até alcançar a estabilização, com um fator de risco associado à natureza do projeto. O contexto regulamentar, muito mais exigente para os bancos, também influencia esta diferença.

    Este prazo médio mais curto tem levado, nos últimos anos, a uma maior dinamização do crédito, aumentando a concorrência e melhorando as condições para os investidores. O desenvolvimento de produtos cada vez mais inovadores, bem como a colaboração entre financiadores tradicionais e alternativos, é outra consequência deste novo cenário de financiamento.

    Financiamento alternativo: o crescimento do crowdfunding imobiliário

    Neste cenário, o financiamento alternativo continua a ganhar terreno, a ponto de os especialistas preverem que será fundamental nos próximos três anos. Durante este período, a dívida necessária para o desenvolvimento ou renovação de projetos atingirá 20,7 mil milhões de euros (37% do total estimado de 56 mil milhões de euros).

    No âmbito do financiamento alternativo, o crowdfunding está cada vez mais consolidado e continua a crescer.

    De acordo com uma análise realizada pela Urbanitae, com base em informações públicas das principais plataformas de financiamento coletivo que operam em Espanha, o volume financiado registou um crescimento de 71% em termos anuais entre janeiro e agosto de 2024. Esta tendência positiva dá continuidade à evolução do ano anterior, que registou um aumento de 84% em relação a 2022.

    Esta tendência também se verifica na Europa. Embora os dados finais de 2024 ainda não estejam disponíveis, o Relatório de Crowdfunding Imobiliário 2023, elaborado pelo Politécnico de Milão e pela Walliance, indica que este setor atingiu, em 2023, um financiamento acumulado de 52,7 mil milhões de euros a nível global. Na Europa, as principais plataformas angariaram mais de 12,4 mil milhões de euros, destacando-se mercados em forte crescimento como França, Alemanha e Itália.

  • O crowdfunding imobiliário cresce 70% em Espanha no que vai de 2024

    O crowdfunding imobiliário cresce 70% em Espanha no que vai de 2024

    Os dados são claros: o crowdfunding imobiliário está em ascensão e tornou-se já uma alternativa consolidada tanto para investidores individuais como para pequenos e médios promotores. E não apenas em Espanha, mas em toda a Europa.

    Segundo os dados que recolhemos a partir da informação pública das principais plataformas, entre janeiro e agosto de 2024, o volume financiado em crowdfunding imobiliário em Espanha cresceu 71% em relação ao ano anterior. Este valor soma-se ao aumento de 84% registado em 2023 em comparação com 2022, o que demonstra a forte tendência ascendente deste modelo de investimento. Face à redução do financiamento bancário para projetos imobiliários, o crowdfunding emergiu como uma solução chave para os promotores e uma oportunidade para os investidores.

    Espanha cresce a um bom ritmo

    A nível global, o crowdfunding imobiliário também está a crescer. Segundo o Relatório de Crowdfunding Imobiliário 2023, elaborado pelo Instituto Politécnico de Milão e Walliance, este setor atingiu em 2023 um financiamento acumulado de 52,7 mil milhões de euros em todo o mundo. O crescimento foi significativo em mercados como França, Alemanha e Itália. No caso da União Europeia, as plataformas líderes arrecadaram mais de 12,4 mil milhões de euros, e espera-se que este valor continue a aumentar em 2024.

    Apesar do crescimento notável do crowdfunding imobiliário em Espanha, este modelo de financiamento ainda tem uma ampla margem de expansão. Estima-se que em 2023 o financiamento alternativo representou aproximadamente 10% do financiamento total do setor imobiliário em Espanha, um valor muito abaixo de países como o Reino Unido, onde o financiamento alternativo representa cerca de 50%.

    No entanto, se a tendência atual se mantiver, Espanha poderá reduzir essa diferença nos próximos anos. A maturação do mercado e o aumento da confiança dos investidores nestas plataformas são indicadores positivos de que o crowdfunding imobiliário continuará a expandir-se.

    A oportunidade do crowdfunding imobiliário

    Tradicionalmente, investir no setor imobiliário exigia grandes somas de dinheiro, limitando o acesso a este tipo de ativos a grandes fundos de investimento ou investidores com elevado capital. Contudo, com a ascensão do crowdfunding imobiliário, agora é possível que pequenos poupadores participem em projetos com investimentos a partir de apenas 500 euros.

    Esta democratização do investimento permitiu que muitos pequenos investidores diversificassem o seu portfólio e acedessem a um setor que anteriormente estava fora do seu alcance. Através de plataformas como a Urbanitae, os investidores podem participar em projetos imobiliários off-market com a possibilidade de obter retornos atrativos – superiores a 13% no caso da Urbanitae.

    Na Urbanitae, constatamos isso diariamente. No final de setembro, aumentámos o nosso financiamento em 60% em comparação com o mesmo período de 2023. Se em julho ultrapassámos a barreira dos 300 milhões de euros financiados com um mês recorde – 22,5 milhões de euros – este mês batemos o recorde de investidores – no projeto Torres Zenit, com 1.925 participantes.

    Financiamento alternativo versus banca tradicional

    Um dos fatores-chave que impulsionou o crescimento do crowdfunding imobiliário em Espanha é a redução do financiamento bancário disponível para promotores imobiliários. Em 2018, o volume de financiamento bancário para promoções residenciais alcançava os 20 mil milhões de euros. No entanto, hoje em dia, esse valor não chega a metade, deixando um vazio no mercado.

    Este contexto criou uma oportunidade única para as plataformas de crowdfunding, que oferecem aos promotores uma alternativa viável e acessível. Os promotores de menor dimensão, que representam a maioria do setor, agora recorrem a estas plataformas para financiar os seus projetos, permitindo-lhes avançar apesar das dificuldades em obter crédito junto da banca tradicional.

    A ascensão do crowdfunding imobiliário em Espanha é um sinal claro de que o mercado está a evoluir. Tanto os investidores como os promotores estão a descobrir as vantagens deste modelo, que permite aceder a uma maior diversidade de projetos com um investimento inicial relativamente baixo. Além disso, a possibilidade de obter retornos atrativos e a flexibilidade que este tipo de financiamento oferece consolidaram o crowdfunding como uma opção de investimento sólida e em crescimento.

    Como líderes de mercado em Espanha e Portugal, não podemos deixar de certificar o sucesso desta forma de investir. Queres juntar-te a nós?

  • Mitos e realidades da independência financeira

    Mitos e realidades da independência financeira

    A independência financeira é um objetivo almejado por muitos, mas está rodeada de mitos e mal-entendidos. Aqui exploramos alguns mitos comuns e as realidades por trás de alcançar a independência financeira:

    Mito 1: A independência financeira é apenas para os ricos

    Realidade: A independência financeira não se trata necessariamente de ter uma grande quantidade de dinheiro, mas sim de gerir os seus recursos de forma eficaz para alcançar a liberdade financeira. Com planejamento, disciplina e persistência, pessoas de diversos níveis de renda podem alcançar a independência financeira.

    Mito 2: A independência financeira significa não precisar trabalhar

    Realidade: Embora a independência financeira possa proporcionar a liberdade de escolher como e quando trabalhar, não implica necessariamente parar de trabalhar completamente. Muitas pessoas continuam trabalhando em projetos que as apaixonam mesmo após alcançarem a independência financeira, mas o fazem por escolha e não por necessidade.

    Mito 3: A independência financeira é impossível de alcançar

    Realidade: Embora possa levar tempo e esforço, a independência financeira é alcançável com um planejamento adequado e uma abordagem disciplinada. A chave está em estabelecer metas realistas, viver abaixo dos seus meios, investir de forma inteligente e ter paciência ao longo do processo.

    Mito 4: Você precisa de uma renda alta para alcançar a independência financeira

    Realidade: Embora uma renda alta possa acelerar o processo, a independência financeira não é determinada apenas pela quantidade de dinheiro que você ganha, mas sim por como você administra e faz crescer seus recursos. Pessoas com rendas moderadas também podem alcançar a independência financeira através da gestão eficiente de suas finanças e investimentos sábios.

    Mito 5: A independência financeira significa sacrificar o aproveitamento da vida

    Realidade: Alcançar a independência financeira não significa abrir mão do aproveitamento da vida, mas sim priorizar seus gastos e tomar decisões financeiras conscientes. Você pode continuar desfrutando de suas paixões e hobbies enquanto trabalha para alcançar seus objetivos financeiros de longo prazo.

    Mito 6: A independência financeira é um evento único

    Realidade: A independência financeira é mais um processo contínuo que envolve estabelecer metas, trabalhar para alcançá-las e se adaptar conforme as circunstâncias mudam. Uma vez alcançada a independência financeira, é importante manter hábitos financeiros saudáveis e continuar gerindo seus recursos de forma responsável.

    Em resumo, a independência financeira é um objetivo alcançável para aqueles que estão dispostos a se comprometer com um plano a longo prazo e tomar decisões financeiras informadas. Ao desmitificar as crenças errôneas sobre a independência financeira, você pode estar melhor preparado para assumir o controle de suas finanças e trabalhar rumo a uma vida de liberdade e segurança financeira.

  • Como são os projetos de valorização na Urbanitae?

    Como são os projetos de valorização na Urbanitae?

    Os projetos de valorização são a nossa especialidade na Urbanitae. Desde junho de 2019, financiamos cerca de 130 projetos, sendo que mais de 60% são de valorização. Se olharmos do ponto de vista do volume, nossos projetos de valorização (~150 milhões de euros) representam quase o dobro dos projetos de dívida. Se você já investiu conosco, já deve saber (quase) tudo sobre eles. Caso contrário, neste artigo, contamos tudo o que você precisa saber sobre os projetos de valorização na Urbanitae.

    Equity e valorização

    Para começar, você verá que muitas vezes falamos de projetos de equity e de projetos de valorização indistintamente. Rigorosamente, equity refere-se à estrutura do projeto, enquanto valorização está relacionada à estratégia. Em um projeto de equity, os investidores entram no capital da sociedade: isso ocorre nos projetos de valorização, mas também nos de renda.

    A diferença principal está no objetivo do investimento. A estratégia de valorização baseia-se no ciclo “comprar, reformar e vender” ou “comprar, construir e vender”. Entramos como parceiros de capital do promotor e, portanto, investimos na promoção imobiliária, com o nível de risco e rentabilidade associados a essa atividade. Neste enfoque, capitalizamos a mais-valia gerada pela melhoria do imóvel ou pela construção das residências e pela demanda do mercado.

    Nos projetos de renda, esse enfoque também está presente, mas no final da vida do projeto. São adquiridos ativos alugados a inquilinos solventes e de longo prazo, com o objetivo de obter receitas recorrentes provenientes desse aluguel. Após três, quatro ou cinco anos, ao finalizar o prazo do projeto, o ativo é vendido com o objetivo de obter mais-valias.

    Como funcionam os projetos de valorização?

    Um projeto de valorização típico na Urbanitae teria as seguintes características. Como em 80% dos nossos projetos, estaríamos diante de uma promoção de novas construções. Os investidores entram para capitalizar a SPV (sociedade de propósito específico) criada especificamente para o projeto e comprar o terreno ou suportar os custos iniciais do projeto.

    A esta primeira fase seguem-se as fases de obtenção da licença – se ainda não a tivermos – e a comercialização, com o objetivo de atingir o nível de pré-vendas exigido pelo banco para entrar na operação. Superados esses marcos, entra o empréstimo promotor bancário para financiar a construção. Quando esta é concluída, as residências são entregues até atingir os 100%. Neste ponto, a sociedade criada é liquidada e os lucros gerados são distribuídos entre os investidores, de acordo com a contribuição de cada um. Os dividendos recebidos pelo investidor são líquidos de despesas, mas estão sujeitos a tributação.

    Por que realizamos projetos de valorização?

    Na Urbanitae, temos flexibilidade para estruturar os projetos como dívida ou como equity, o que nos confere uma vantagem comparativa em relação a outros provedores de financiamento alternativo – e a outras plataformas de crowdfunding imobiliário.

    Normalmente, escolhemos a estratégia de valorização quando o contexto econômico faz com que o risco que assumimos com o financiamento seja semelhante ao do promotor. Quando isso acontece, pedimos para estar em pé de igualdade também em relação à rentabilidade. Além disso, o mercado residencial é fácil de avaliar e oferece margens para proporcionar um retorno ao investidor, em prazos não superiores a 36 meses.

    No entanto, é importante considerar que os prazos são estimativas e podem variar devido a fatores difíceis de controlar – como a propriedade pode não ser vendida pelo preço ou ritmo previstos; pode não ser possível obter financiamento bancário para a construção; os custos de construção podem aumentar, etc. Portanto, nos projetos de valorização na Urbanitae, estabelecemos sempre colchões de segurança em nossos próprios cálculos para atenuar possíveis dificuldades e, assim, confiar que os resultados esperados serão alcançados ou superados.

    Se ainda não investiu conosco, dê uma olhada em nossos projetos e faça todas as perguntas que desejar. Estamos à sua espera!

  • Crowdfunding vs. crowdlending imobiliário: quais são as diferenças?

    Crowdfunding vs. crowdlending imobiliário: quais são as diferenças?

    Em ambos os casos, o objetivo é reunir muitos investidores para fornecer financiamento a um promotor imobiliário, permitindo que ele desenvolva um projeto. Ambas as modalidades oferecem ao pequeno investidor a oportunidade de obter retornos no mercado imobiliário, mas diferem em sua estrutura e benefícios. Neste artigo, serão destacadas as diferenças fundamentais entre crowdfunding imobiliário e crowdlending imobiliário.

    Embora o crowdlending imobiliário seja uma modalidade do crowdfunding imobiliário, aqui os separaremos. Então, como funciona o crowdfunding?

    O que é crowdfunding imobiliário?

    O crowdfunding imobiliário é uma forma de investimento participativo e, ao mesmo tempo, uma forma de financiamento. A ideia básica é simples: muitas pessoas se juntam para reunir, todos juntos, o capital necessário para um projeto imobiliário. O promotor recebe esse financiamento, enquanto os participantes se tornam também investidores imobiliários. Sendo muitos, cada um pode contribuir com pouco dinheiro – na Urbanitae, o investimento mínimo é de 500 euros.

    Nas plataformas de crowdfunding imobiliário, é comum reservar o termo crowdfunding para os projetos de equity. Ou seja, para aqueles projetos em que os investidores entram no capital do projeto que estão financiando.

    Exemplo de crowdfunding imobiliário

    Vamos ver com um exemplo. Imagine que um promotor queira construir um complexo residencial em uma área atraente onde já existe interesse comercial. Para as obras, o promotor solicitará financiamento aos bancos. Mas antes ele precisa concluir a compra do terreno e precisa de capital. Como os bancos geralmente não estão envolvidos nessa fase do projeto, o promotor recorre a uma plataforma de crowdfunding imobiliário.

    Nesses projetos, investidores e promotor se tornam sócios e acionistas da mesma sociedade (uma SPV criada para esse fim). Como esses sócios, eles assumem o mesmo risco e compartilham os lucros gerados uma vez concluído o projeto. Nos projetos de crowdfunding de equity, os retornos alvo são típicos de investimentos imobiliários, ou seja, entre 15% e 20% ao ano.

    O que é crowdlending imobiliário

    No caso do crowdlending, as necessidades do promotor são um pouco diferentes. O promotor está procurando financiamento na forma de dívida, mas o banco não concedeu ou pode levar muito tempo para fazê-lo. Por quê? Em empreendimentos de menor porte, o banco avalia cuidadosamente a operação antes de conceder financiamento, pois pode não ser vantajoso para eles. Especialmente quando, ao contrário do que acontecia antes de 2019, o banco não adquire automaticamente as hipotecas dos compradores das residências do empreendimento.

    Como funciona o crowdlending imobiliário?

    Nesses projetos de dívida, os investidores se tornam credores do promotor: suas contribuições também são reunidas em uma SPV, que concede o empréstimo, geralmente a uma taxa fixa. Após o prazo estabelecido, o promotor devolve o capital aos investidores, mais os juros acumulados.

    Diferenças entre crowdlending imobiliário e crowdfunding imobiliário

    Já vimos que tanto o crowdfunding quanto o crowdlending são formas de financiamento alternativo, neste caso para promotores imobiliários com necessidades diferentes. Mas quais são as implicações para o investidor?

    Retorno

    Ao entrar em uma fase mais precoce do projeto, os investidores no crowdfunding de equity assumem mais riscos do que no crowdlending. Portanto, os retornos são maiores, especificamente entre 50% e 100% a mais: este é um dos benefícios mais claros do crowdfunding.

    Risco

    Para obter retorno em um projeto de crowdfunding imobiliário, é necessário aguardar a conclusão do mesmo: o empreendimento deve ser totalmente construído e vendido. Uma vez entregues as novas residências aos proprietários, é hora de dissolver a sociedade criada especialmente para o projeto e distribuir os lucros entre os acionistas, sempre proporcionalmente à sua contribuição.

    Existem vários riscos. Pode acontecer que os preços de venda estimados sejam muito altos e precisem ser reduzidos para vender as residências: um preço de venda mais baixo reduzirá o retorno final. Um atraso nas vendas pode resultar em um atraso na concessão do empréstimo do promotor e, portanto, no prazo do projeto. Também pode acontecer que os custos de construção aumentem e encareçam a obra, afetando o retorno.

    No entanto, nos projetos de dívida, o risco é menor porque o alcance do retorno não depende do sucesso do projeto: são as primeiras vendas que pagam o empréstimo. No caso do equity, é o oposto, as últimas vendas são as que geram o lucro.

    Garantias

    Entre as desvantagens do crowdfunding imobiliário está a falta de garantias específicas. Nos projetos de crowdlending, o contrato de empréstimo estabelece garantias para assegurar a devolução do capital. Geralmente, o valor do empréstimo (Loan-to-Value ou LTV) nunca ultrapassa 65-70% do valor do ativo. É comum ter uma hipoteca de primeiro grau sobre o ativo: em caso de inadimplência, os investidores ficam com o imóvel. E como o LTV é baixo, sua venda geraria capital suficiente para devolver o principal e os juros.

    Também é comum penhorar as ações da sociedade, para que, em caso de inadimplência, os investidores se tornem igualmente proprietários das ações.

    Prazo

    Uma das vantagens do crowdlending imobiliário é que o prazo do projeto é menor. Ou seja, é necessário esperar menos para recuperar o investimento. Estamos falando de prazos entre 12 e 24 meses. Nos projetos de crowdfunding de equity,

    os prazos são mais longos – e sujeitos a mais variações -: geralmente variam entre 18 e 36 meses.

    Agora que você conhece as principais diferenças entre crowdlending e crowdfunding imobiliário, pode decidir se o seu perfil de investidor se ajusta mais a uma ou outra modalidade. Normalmente, as plataformas de crowdfunding se especializam em uma delas. Embora mais focada no equity, a Urbanitae permite que você invista em ambos os tipos de projetos, com bons resultados: retorno médio de 16% e 0% de projetos com perdas.

  • “Quero que a Urbanitae seja a primeira opção para investir em imóveis”

    “Quero que a Urbanitae seja a primeira opção para investir em imóveis”

    Na Urbanitae, nosso objetivo é democratizar os investimentos imobiliários, o que significa, em última instância, que “aqueles que desejam investir em imóveis devem primeiro pensar na Urbanitae e, segundo, em comprar um apartamento”. Essas são palavras do nosso CEO, Diego Bestard, em uma recente entrevista à revista Capital.

    Durante a entrevista, Diego Bestard faz uma ampla análise da situação atual dos investimentos imobiliários e, é claro, do presente e futuro da Urbanitae.

    Os investimentos imobiliários terão um aumento em 2024

    Os efeitos dos aumentos das taxas de juros foram sentidos no setor imobiliário em 2022 e 2023. Segundo a CBRE, no ano passado, os investimentos imobiliários na Espanha caíram 36%, mas após um ano recorde. “Os grandes grupos de investidores globais deixaram de investir em imóveis para se concentrar em ativos que, devido ao risco ou à rentabilidade, faziam mais sentido para eles neste momento de taxas de juros elevadas”, explica Bestard.

    É importante observar que, no caso da Urbanitae, a realidade foi exatamente o oposto. Com mais de 118 milhões de euros financiados, aumentamos em mais de 80% o financiamento em comparação com o ano anterior e encerramos 2023 com uma rentabilidade anual de 16%.

    Com quedas nas taxas à vista, parece que 2024 pode ser um ano de retomada dos investimentos imobiliários: novamente, segundo a CBRE, na Espanha, esse crescimento pode chegar a 10%. Bestard aponta uma recuperação na demanda por habitações novas, “embora continuemos a ver aumentos nos preços dos imóveis devido à escassez de oferta”.

    O papel dos bancos

    Neste contexto, os bancos parecem estar em uma situação muito diferente daquela que precipitou a crise de 2008. Como explica Diego, “anteriormente, o banco financiava a compra do terreno, a construção, a promoção… Todo o processo. O promotor arriscava muito pouco capital e assumia um risco superior ao que poderia suportar”.

    Hoje, como sabemos na Urbanitae, os bancos praticamente evitam financiar terrenos. Além disso, eles exigem cerca de 50% de pré-vendas e a obtenção da licença de construção para conceder empréstimos ao promotor.

    Neste contexto, a Urbanitae surge como um parceiro natural para atender às necessidades de financiamento dos promotores que os bancos não conseguem alcançar. “Nas mais de 130 operações que realizamos, em cerca de 100 estamos de mãos dadas com os bancos, seja porque estamos financiando a obra com os bancos ou porque o próprio banco nos trouxe a operação para que entremos no capital e eles possam depois financiar a dívida”, explica nosso CEO.

    França, Portugal, Itália… América?

    Quanto à Urbanitae, a expansão internacional é um de nossos objetivos estratégicos para 2024. Acabamos de anunciar a ampliação de nossa equipe na França e em Portugal. Esperamos que a chegada de José María Carpio e Simão Cruz dê frutos no primeiro trimestre do ano. A Itália é o próximo passo, mas Bestard não descarta novos mercados: “Não descartamos a possibilidade de entrar no Reino Unido ou, eventualmente, até mesmo nos Estados Unidos. Provavelmente mais nos Estados Unidos do que na América Latina, para começar”.

    Por que investir em crowdfunding

    A aceitação do crowdfunding imobiliário e, em particular, do modelo proposto pela Urbanitae, é crucial para os planos futuros. Nesse sentido, nosso CEO destaca os atrativos do investimento imobiliário por meio do crowdfunding: a possibilidade de diversificar em 20 ou 40 ativos diferentes; investir em um ativo que preserva muito bem seu valor, e a simplicidade: “É importante entender onde estamos investindo, e o setor imobiliário permite isso, é algo tangível”.

    Quer saber mais? Na entrevista, Diego fala sobre como vê a Urbanitae daqui a cinco anos, o que impulsiona a empresa, a sustentabilidade e até dá dicas para empreendedores. Convidamos você a ler!

  • Como viver de renda com investimento imobiliário

    Como viver de renda com investimento imobiliário

    Se você já morou de aluguel, com certeza já pensou nisso: seria bom ter várias propriedades, alugá-las e viver confortavelmente com esses aluguéis. O setor imobiliário é, talvez, o primeiro que nos vem à mente quando imaginamos nos tornar rentistas. Para muitos, parece um sonho inatingível: será que é realmente possível viver de renda com investimentos imobiliários?

    J. L. Collins estabelece em seu livro “The Simple Path to Wealth” que a independência financeira é alcançada quando você pode viver com 4% de seus investimentos. Em termos gerais, você vive de renda quando depende apenas da gestão de seu patrimônio para obter renda. O imóvel geralmente é um componente, mas esse patrimônio também pode ser composto por fundos de investimento, contas de poupança, ações, negócios, etc.

    Investimento imobiliário para viver de renda

    Na Espanha, a forma tradicional de investir em imóveis envolvia adquirir uma ou mais residências, reformá-las ou dar uma repaginada e colocá-las para alugar ou vendê-las. Essa estratégia requer um capital considerável ou recorrer a financiamento para enfrentar a compra do imóvel e os custos associados a ele. E essa é precisamente a principal desvantagem. Nem todo mundo tem os recursos necessários, e muitos preferem não se endividar.

    Além do dinheiro, é necessário muito tempo. Para começar, é preciso estudar muito bem o mercado para tentar comprar imóveis com um potencial claro e a um preço razoável. Se precisarmos de financiamento, teremos que considerar o estado do crédito hipotecário, decidir quanto podemos contribuir e que tipo de hipoteca queremos ou a qual podemos aspirar. Com o consequente custo de tempo e burocracia.

    Uma vez tomada a decisão de compra, é bom saber o que isso implica em termos de procedimentos e custos: impostos, cartório, registro… Se precisarmos reformar, será necessário avaliar os custos e os prazos, o que implica explorar o mercado de empreiteiros. E ficar atento ao andamento das obras nos prazos e formas previstos. E, uma vez que tenhamos nossa primeira casa pronta para alugar, será necessário procurar inquilinos confiáveis e resolver os problemas que possam surgir.

    Se completarmos todas as etapas, teremos todo o nosso investimento concentrado em um único ativo. Para aspirar a viver de renda, deveríamos repetir a operação várias vezes, monitorando nosso endividamento e o tempo que dedicamos à mera gestão dos imóveis. É possível, mas exige muito trabalho e uma perspectiva de longo prazo.

    Crowdfunding imobiliário para rentistas

    Há mais alternativas. O crowdfunding imobiliário permite investir em imóveis com pouco dinheiro. A chave está no número de investidores: em vez de um, são centenas ou milhares de pessoas que participam, o que diminui as barreiras de entrada. Na Urbanitae, o investimento mínimo é de 500 euros. Cada investidor se torna proprietário de uma pequena parte do imóvel e tem acesso, proporcionalmente, aos rendimentos que ele gera, geralmente após sua venda.

    As vantagens são claras: não é necessário se endividar nem gastar tempo e dinheiro em procedimentos, burocracias e gestões. Além disso, é fácil diversificar: com 10.000 euros, você poderia investir em 20 imóveis diferentes.

    Mas e se você pudesse fazer o mesmo com um imóvel para alugar? Essa é a ideia por trás dos projetos de renda. A abordagem básica é a mesma. No entanto, neste caso, investe-se em um ativo, geralmente um espaço comercial, destinado ao aluguel por um período típico de três a cinco anos. Procuram-se inquilinos confiáveis e locais consolidados, de modo que o risco do investimento seja muito baixo.

    Para o investidor, a rentabilidade é obtida de duas maneiras: primeiro, na forma de dividendos trimestrais provenientes do aluguel, com rentabilidades anuais na faixa de 5-6% líquidos das despesas. Além disso, quando o ativo é vendido – no final de um período geralmente de cinco anos – os lucros obtidos são distribuídos entre os investidores com base em sua contribuição.

    É possível viver de renda com investimento imobiliário?

    O investimento imobiliário é uma das melhores opções para aqueles que aspiram a viver de renda. A estratégia tradicional, como vimos, requer uma grande quantidade de recursos e tempo por parte do investidor – e um risco maior – então muitos a descartarão desde o início. O crowdfunding imobiliário oferece outra via para o objetivo de viver de renda com investimento imobiliário, com uma carteira diversificada e um nível de risco moderado. Em qualquer caso, o caminho escolhido é baseado no longo prazo. Então, por que não começar este 2024?

  • Mitos do investimento em crowdfunding imobiliário

    Mitos do investimento em crowdfunding imobiliário

    A maioria dos mitos sobre o investimento em crowdfunding imobiliário está relacionada à reputação do setor imobiliário como investimento. De fato, assim como qualquer investimento, o crowdfunding também possui riscos. No entanto, devido à natureza do ativo em que se baseia – a propriedade imobiliária recém-construída – é um investimento com uma boa combinação de rentabilidade e risco.

    Neste artigo, examinamos quatro mitos sobre o investimento em crowdfunding imobiliário que, como todo mito, são falsos e afastam potenciais investidores. O objetivo não é tanto recomendar o investimento em crowdfunding imobiliário, mas sim desfazer percepções equivocadas que podem prejudicar a decisão final de investimento.

    Mito 1: “Apenas especialistas podem investir em crowdfunding imobiliário”

    Este mito se baseia na ideia errônea de que o investimento por meio do crowdfunding imobiliário é exclusivo para especialistas em finanças ou investidores sofisticados. Na realidade, as plataformas de crowdfunding são projetadas para serem acessíveis a qualquer pessoa interessada em investir em imóveis – um ativo conhecido por todos. As plataformas geralmente oferecem informações claras e detalhadas sobre cada oportunidade, permitindo que cada investidor – mesmo que seja iniciante – tome decisões informadas.

    Mito 2: “O crowdfunding imobiliário é um investimento muito arriscado”

    Embora todo investimento envolva algum nível de risco, o crowdfunding imobiliário não é intrinsecamente mais arriscado do que outras formas de investimento. Primeiro porque o setor imobiliário é bastante estável, sendo considerado uma boa reserva de valor e tende a se valorizar a longo prazo a um ritmo superior à inflação. Além disso, as plataformas de crowdfunding imobiliário costumam oferecer diversificação, permitindo que os investidores distribuam seu capital em vários projetos que diferem em segmento, localização, estrutura, etc. Além disso, a transparência e as informações fornecidas pelas plataformas ajudam a avaliar e gerenciar melhor os riscos.

    Mito 3: “O investimento em crowdfunding imobiliário é complicado e demorado”

    Contrariamente a essa percepção, investir por meio do crowdfunding imobiliário pode ser surpreendentemente simples e rápido. As plataformas são projetadas para serem intuitivas e fáceis de usar, permitindo que os investidores examinem e participem de projetos com apenas alguns cliques. (Isso não significa que devemos precipitar nossa decisão de investir, nem nos deixarmos levar por excessos de confiança ou modismos). Além disso, muitas plataformas cuidam da gestão operacional dos projetos, liberando os investidores do ônus de lidar com aspectos como administração e manutenção.

    Mito 4: “O retorno do investimento em crowdfunding imobiliário é baixo”

    Existe a crença errônea de que os ganhos potenciais no crowdfunding imobiliário são marginais em comparação com outras formas de investimento. No entanto, vários projetos bem-sucedidos demonstraram retornos atraentes para os investidores. Embora não esteja isento de riscos, o crowdfunding imobiliário pode oferecer retornos competitivos, especialmente quando são escolhidos projetos sólidos e a carteira é devidamente diversificada. No caso da Urbanitae, após mais de 30 projetos concluídos, o retorno médio anual é hoje de 16%.

    Conclusão

    Desmistificar as ideias equivocadas sobre o crowdfunding imobiliário é fundamental para compreender seu potencial e os benefícios que oferece aos investidores. Ao fornecer acessibilidade, transparência e oportunidades de diversificação, essas plataformas estão mudando a forma como se investe em imóveis. Como mostra a realidade do setor na Europa, que aumentou oito vezes nos últimos cinco anos. E, na Espanha, o crescimento liderado pela Urbanitae, com mais de 60% da participação de mercado.

    Em resumo, o crowdfunding imobiliário representa uma oportunidade emocionante para investidores de todos os níveis, desafiando os mitos que poderiam ter sido obstáculos no passado. Com a devida diligência e compreensão dos riscos, essa forma de investimento pode abrir portas para um mundo de oportunidades financeiras – e retornos atraentes – anteriormente inacessíveis para a maioria das pessoas.

  • Balanço e crescimento do crowdfunding imobiliário em 2023

    Balanço e crescimento do crowdfunding imobiliário em 2023

    O crescimento do financiamento participativo, ou crowdfunding, no setor imobiliário em escala global é inegável. O endurecimento do acesso ao financiamento tradicional, o desenvolvimento tecnológico e a regulamentação do setor impulsionaram com força esse novo modelo de financiamento, que se consolida tanto em volume de crescimento quanto em confiança dos investidores. Na verdade, com pouco mais de uma década de existência, o financiamento participativo começa a se equiparar às fórmulas tradicionais (bancos, fundos de capital de risco…) deixando para trás o papel secundário de alguns anos atrás. Suas vantagens são evidentes: os promotores imobiliários têm acesso a liquidez de forma ágil e solvente; e o investidor de varejo participa de um retorno interessante ao poder acessar uma tipologia de ativos que antes não estavam ao seu alcance. Os números corroboram isso. Globalmente, o crowdfunding imobiliário acumulou mais de 45,2 bilhões de euros em 2022, de acordo com dados extraídos do último relatório Real Estate-Crowdfunding Report, realizado pelo grupo de pesquisa do Observatório de Crowdinvesting da Universidade Politécnica de Milão e pela plataforma italiana de crowdfunding imobiliário Walliance. Assim, em comparação com os 36 bilhões acumulados até o final de 2021, observamos uma significativa reativação após o parêntese da pandemia, com um aumento de 25,5%.

    Distribuição de mercado

    Esse crescimento significativo também se reflete no mercado da UE, que soma 9.800 milhões de euros em operações de financiamento, dos quais 2.800 milhões correspondem a 2022. Em volume, a França, com 1.300 milhões de euros arrecadados; seguida pela Alemanha, com 629 milhões de euros; e Estônia, com 210 milhões de euros, se destacam como os mercados mais fortes. Espanha, por sua vez, acumula 116 milhões de euros em 2022. Embora, em termos globais, os Estados Unidos se posicionem como o principal mercado – tanto em número de plataformas ativas quanto em capital captado – à frente da Europa, com um volume acumulado de financiamento superior a 25.000 milhões de euros. No restante do mundo, o crowdfunding imobiliário acumulou cerca de 10.300 milhões de euros. O relatório analisa também um total de 146 plataformas de crowdfunding, das quais 79 operam na União Europeia. Com 12.210 projetos financiados e 7.430 milhões de euros, essas empresas representam 76% do ecossistema. Outras 24 plataformas desenvolvem suas atividades nos Estados Unidos e 43 no resto do mundo.

    Urbanitae, entre as 25 maiores plataformas da Europa

    No contexto europeu, apenas duas plataformas espanholas estão entre as 25 primeiras em termos de faturamento. Urbanitae, a primeira posicionada em 16º lugar, é também a plataforma líder em rentabilidade de toda a União Europeia, com uma média anual de 16%. Um lugar destacado que provavelmente subirá no ranking de 2023, um exercício que será concluído com mais de 130 projetos financiados e um volume superior a 200 milhões de euros.

    Potencial do financiamento participativo na Espanha

    As estimativas para o mercado mundial de crowdfunding imobiliário também são otimistas, e de acordo com este relatório, poderiam ultrapassar os 30.000 milhões de dólares nos Estados Unidos, 12.000 milhões de euros na União Europeia e 11.000 milhões de euros no resto do mundo. Quanto à Espanha, nosso CEO, Diego Bestard, afirmou em uma entrevista recente publicada no El Economista que o potencial de crescimento do financiamento participativo é enorme. “Em outros países do nosso entorno, o financiamento alternativo representa entre 40 e 60% do total no setor imobiliário. Na Espanha, são concedidos cerca de 10.000 milhões de euros em crédito para promotores a cada ano. Levando em consideração esses números, poderíamos dizer que temos uma lacuna de 4.000-5.000 milhões de euros que poderiam ser canalizados através do financiamento participativo. Além disso, se considerarmos que em nosso país há mais de 1,3 trilhões de euros em depósitos, as possibilidades de crescimento são exponenciais”, afirma Bestard.

  • Guia para investir do zero com pouco dinheiro

    Guia para investir do zero com pouco dinheiro

    Se às vezes você se pergunta como investir bem o meu dinheiro, este artigo é para você. Iniciar sua jornada no mundo dos investimentos financeiros pode parecer desafiador, mas com uma estratégia clara, é possível investir dinheiro mesmo com recursos limitados. Uma opção muito importante a ser considerada e da qual falaremos neste artigo é o financiamento coletivo imobiliário, uma forma inovadora de participar no mercado imobiliário com contribuições acessíveis que tem prosperado ao longo dos anos como uma boa alternativa para investir. Descubra como investir do zero com pouco dinheiro neste post.

    O que é investimento e como investir dinheiro do zero em Portugal

    O investimento envolve alocar recursos com o objetivo de obter retornos no futuro. O principal objetivo do investimento é fazer crescer nosso capital por meio de diversas estratégias. Existem inúmeras formas de investir dinheiro, e a escolha da estratégia dependerá de seus objetivos financeiros, tolerância ao risco e horizonte temporal. No contexto imobiliário português, apresenta-se uma oportunidade atrativa para aqueles que desejam iniciar sua jornada no investimento do zero. Portugal emergiu como um mercado imobiliário em crescimento, oferecendo diversas opções para investidores iniciantes.

    Onde e como começar a investir em imóveis

    Ao buscar opções para investir dinheiro do zero, o financiamento coletivo imobiliário destaca-se como uma alternativa extremamente atraente. Essa modalidade permite que grupos de investidores participem de projetos exclusivos sem a necessidade de contribuir com grandes somas de dinheiro, graças a plataformas de investimento imobiliário. Plataformas especializadas, como a Urbanitae, onde você pode investir a partir de 500€, facilitam a participação em projetos imobiliários, permitindo a diversificação de sua carteira de investimentos com projetos de diferentes tipos e analisados por especialistas.

    Investimento para iniciantes: O que é um investimento seguro?

    Se você está dando seus primeiros passos no mundo dos investimentos, é crucial entender o que é considerado um investimento seguro. Todos os investimentos envolvem riscos, mas esses dependem do tipo de investimento que você escolhe. O financiamento coletivo imobiliário é considerado uma opção mais estável em comparação com alguns investimentos mais arriscados. A segurança do financiamento coletivo imobiliário reside no fato de que os projetos são rigorosamente analisados por especialistas antes de serem publicados na plataforma. Esse processo reduz significativamente os riscos associados. No entanto, como em qualquer investimento, é importante pesquisar e entender os projetos disponíveis antes de comprometer seu dinheiro. Na Urbanitae, oferecemos o guia necessário para que, como iniciante, você possa entender e explorar de maneira segura as oportunidades de investimento em financiamento coletivo imobiliário. Nosso foco é fornecer as informações essenciais para que você tome decisões informadas.

    Como investir bem o meu dinheiro: Dicas chave para investidores iniciantes

    Para os investidores que se perguntam como investir bem o seu dinheiro, é essencial considerar algumas dicas chave. Diversificar sua carteira, entender os riscos e selecionar projetos apoiados por promotores com uma sólida trajetória são algumas das chaves a serem seguidas antes de tomar decisões.

    Onde investir as economias: Em busca do melhor rendimento

    Muitas vezes nos perguntamos onde aplicar poupanças para obter o melhor rendimento. Investir nossas economias é fundamental para fazer esse dinheiro trabalhar e gerar renda passiva a longo prazo. O financiamento coletivo imobiliário pode ser uma resposta viável, oferecendo a oportunidade de participar de projetos imobiliários com retornos potenciais. Na Urbanitae, já financiamos mais de 110 projetos e contamos com uma rentabilidade média anual superior a 16%.

    Em conclusão, no mundo do investimento imobiliário em Portugal, a Urbanitae se destaca como seu parceiro confiável para construir um futuro financeiro sólido. Desde investir suas economias de maneira inteligente em projetos imobiliários com retornos potenciais até entender a segurança oferecida pelo financiamento coletivo imobiliário respaldado por nossa experiência em mais de 110 projetos, oferecemos a chave para ingressar nesse mercado em crescimento. Não importa se você é um iniciante ou um investidor experiente, nossa plataforma oferece a acessibilidade e orientação necessárias. Comece a dar os primeiros passos em direção à independência financeira e maximize seus investimentos em imóveis em Portugal com a Urbanitae.

  • Não caia nesses 4 mitos sobre o investimento imobiliário

    Não caia nesses 4 mitos sobre o investimento imobiliário

    Investir em imóveis tem sido uma estratégia popular por décadas. O investimento imobiliário oferece uma série de benefícios financeiros, como a geração de renda passiva e a obtenção de retornos atrativos a longo prazo. No entanto, existem vários mitos comuns que podem fazer com que as pessoas hesitem em entrar no mercado imobiliário. Neste artigo, vamos desmontar quatro dos mitos mais populares sobre o investimento imobiliário.

    Mito 1: O investimento imobiliário é apenas para pessoas com muito capital

    Um dos mitos mais difundidos é que apenas pessoas com muito capital podem se dar ao luxo de investir em imóveis. Isso é completamente falso, pois atualmente existem várias alternativas muito mais acessíveis para todos os tipos de bolsos. Entre elas, destaca-se o crowdfunding imobiliário, uma forma de investir em projetos imobiliários com pouco capital – no caso da Urbanitae, a partir de 500€. Esse método envolve um grupo de investidores financiando um projeto imobiliário específico, esperando obter um retorno que é distribuído com base no investimento de cada um.

    Mito 2: O investimento imobiliário é muito arriscado

    Outro mito comum é que o investimento em imóveis é arriscado. Todo investimento envolve riscos que podem ser mitigados por meio de uma pesquisa e gestão adequadas. No entanto, é importante destacar que historicamente o setor imobiliário é um dos mercados mais estáveis que existem, tornando o risco ainda menor quando comparado a outros setores mais expostos a flutuações econômicas. A diversificação, o prazo do projeto e a localização são alguns dos fatores que podem ajudar a mitigar os riscos associados ao investimento imobiliário.

    Mito 3: Apenas especialistas em imóveis podem ter sucesso

    Não é necessário ser um especialista em imóveis para ter sucesso em investimentos imobiliários. A chave é a educação e a pesquisa antes de tomar decisões de investimento. Ao investir por meio de crowdfunding imobiliário na Urbanitae, você encontrará informações detalhadas sobre os projetos, incluindo análises de risco, projeções financeiras e outros dados relevantes para que cada investidor faça sua própria análise e avalie a possibilidade de investir nesse projeto específico.

    Mito 4: O investimento imobiliário é complicado e requer muito tempo

    Investir em imóveis pode ser uma tarefa bastante simples. No caso de fazê-lo de forma tradicional, comprando e vendendo ou alugando propriedades, levará mais tempo, pois requer uma busca inicial por esses ativos e a subsequente gestão e manutenção deles. No entanto, por meio do crowdfunding imobiliário, todas essas tarefas dependem do promotor, e o investidor pode acessar o acompanhamento do projeto ou projetos nos quais investiu.

    Em conclusão, o investimento imobiliário é uma estratégia muito interessante para pessoas de todos os bolsos, e muitos dos mitos que o cercam podem ser desmistificados com informações e planejamento adequados. Como em qualquer investimento, é essencial conduzir uma pesquisa minuciosa, estar preparado para assumir certos riscos e estar ciente de que os resultados podem variar. Com a mentalidade certa e uma estratégia sólida, o investimento imobiliário pode ser uma maneira eficaz de construir riqueza ao longo do tempo. Além disso, plataformas como a Urbanitae, onde é possível investir por meio de crowdfunding imobiliário, facilitam muito o acesso a esse setor e permitem que os investidores construam uma carteira de investimentos diversificada e com um risco muito baixo.

  • 5 pontos-chave a considerar ao investir em imóveis

    5 pontos-chave a considerar ao investir em imóveis

    É comum que, ao investir em imóveis, o fator no qual os investidores mais se concentram seja a rentabilidade. No entanto, é importante não se deter apenas nesse ponto e analisar a oportunidade de investimento em profundidade, prestando atenção a outros aspectos que, além de afetar a rentabilidade, são importantes para o sucesso de nossos investimentos.

    Antes de começar a investir, é importante planejar nossa estratégia de investimento. Nessa estratégia, devemos definir aspectos como quanto dinheiro vamos destinar para investir, qual é o objetivo que buscamos alcançar com nossos investimentos e em que prazo queremos alcançá-lo. Ter uma estratégia de investimento bem definida nos ajudará a tomar as decisões corretas em relação aos nossos investimentos e a atingir os objetivos propostos. Uma vez que tenhamos uma estratégia clara, devemos prestar atenção especial a certos aspectos ao analisar um projeto.

    1. Prazo para recuperar o investimento

    Este prazo pode variar bastante de um projeto para outro, por isso é essencial ter uma ideia clara, como parte de nossa estratégia, de quanto tempo esperamos para recuperar o investimento. No caso de horizontes de investimento a longo prazo, é importante considerar que, em geral, quanto mais tempo mantivermos nosso capital investido, maior será a rentabilidade potencial. É importante observar que esses prazos são estimativas que podem se estender ou encurtar, sendo sempre recomendável adicionar alguns meses extras para cobrir possíveis imprevistos.

    2. Tipo de projeto em que investimos

    O tipo de projeto frequentemente nos define como investidores. Na Urbanitae, trabalhamos com quatro tipos de projetos: valorização de capital, renda, empréstimo e empréstimo ao promotor. É recomendável diversificar sua carteira, incluindo diversos tipos de projetos. Por exemplo, você pode investir em um projeto de valorização de capital e em um projeto de renda para receber dividendos trimestrais enquanto aguarda a rentabilidade final da valorização de capital.

    3. Risco assumido no investimento

    O risco é outro fator crucial para determinar se um projeto se alinha com nossa estratégia de investimento. Em essência, não devemos assumir um risco elevado se precisarmos do dinheiro no futuro. Para analisar o risco associado a um projeto, devemos estar cientes de detalhes como a porcentagem de pré-vendas no caso de projetos de valorização de capital ou os contratos associados ao imóvel comercial no caso de projetos de renda. Em cada projeto publicado em nossa plataforma, fornecemos uma seção sobre riscos, detalhando-os para que cada investidor possa conduzir sua própria análise.

    4. Plataforma por meio da qual você investe

    É fundamental que a plataforma por meio da qual você investe opere em um ambiente seguro e supervisionado, garantindo um investimento seguro. Além disso, é importante que eles forneçam todas as informações associadas ao projeto, para que cada investidor possa conduzir sua própria análise e, posteriormente, acompanhar os projetos nos quais investiram seu capital.

    5. Retorno esperado do investimento

    Por último, mas não menos importante, a rentabilidade está estritamente relacionada a todos os aspectos anteriores. Neste ponto, é importante lembrar dos objetivos que buscamos alcançar com nossos investimentos. Projetos com altos retornos são muito atraentes, mas, como mencionado anteriormente, isso influencia diretamente fatores como o risco assumido, que geralmente aumentaria. Atualmente, o retorno médio anual dos investimentos na Urbanitae é superior a 16%, quase o dobro do que, por exemplo, os investimentos em mercados de ações públicas, como a Bolsa, que atualmente possui um retorno médio anual de 8,4% este ano.

    Em resumo, existem muitos pontos-chave a serem considerados ao investir em imóveis, mas sem dúvida, a estratégia de investimento que projetamos é o que nos ajudará a tomar decisões e alcançar nossos objetivos, garantindo o sucesso de nossos investimentos.

    1. Vantagens e desvantagens do crowdfunding imobiliário

      Vantagens e desvantagens do crowdfunding imobiliário

      O crowdfunding ou investimento coletivo estabeleceu-se no mercado como uma das fórmulas mais populares e acessíveis para que investidores com quantias menores possam investir. Hoje detalhamos as vantagens e desvantagens de investir nesse tipo de alternativa de investimento em um setor específico: o setor imobiliário.

      Vantagens do crowdfunding imobiliário

      • Acessibilidade: permite que investidores com orçamentos limitados entrem no mercado imobiliário. Dessa forma, eles podem investir em projetos imobiliários com pequenos investimentos.
      • Diversificação: o crowdfunding imobiliário oferece uma grande variedade de projetos que permitem diversificar a carteira de investimento, o que ajuda a reduzir o risco.
      • Sem necessidade de experiência prévia: não é necessário ser um especialista em imóveis nem ter conhecimentos financeiros anteriores para investir em crowdfunding imobiliário. A plataforma de crowdfunding através da qual se investe deve fornecer todas as informações necessárias.
      • Renda passiva: assim como no investimento tradicional em imóveis, é possível obter renda passiva por meio de aluguéis e ganhos de capital em projetos imobiliários.
      • Menos problemas de gestão: os promotores do projeto cuidam das tarefas de administração, portanto, essa forma de investimento implica menos responsabilidades de gestão.

      Desvantagens do crowdfunding imobiliário

      • Risco do projeto: a diversificação pode ajudar a reduzir o risco, mas existe a possibilidade de um projeto imobiliário não ser bem-sucedido. Alguns desses riscos podem incluir atrasos na construção, questões legais ou falta de demanda no mercado. Portanto, é muito importante consultar todas as informações fornecidas pela plataforma de crowdfunding imobiliário antes de investir, pois todo investimento possui seus riscos.
      • Falta de liquidez: o investimento em crowdfunding imobiliário costuma ser de longo prazo, o que significa que o dinheiro pode ficar comprometido por um período significativo.

      Assim como qualquer forma de investimento, existem riscos que devem ser cuidadosamente considerados. Antes de investir, é importante entender os projetos e considerar seus objetivos financeiros e tolerância ao risco. Diversificar os investimentos e manter um foco a longo prazo também são estratégias-chave para mitigar os riscos no crowdfunding imobiliário. O crowdfunding é uma forma atraente de diversificar a carteira de investimentos e entrar no mercado imobiliário com um capital mais modesto. Por todas essas razões, na Urbanitae, o crowdfunding é uma ótima alternativa para investir em imóveis em 2023.

    2. Tudo o que você precisa saber para investir em fundos imobiliários com pouco dinheiro

      Tudo o que você precisa saber para investir em fundos imobiliários com pouco dinheiro

      O setor imobiliário tem passado por transformações nos últimos anos, possibilitando o surgimento de várias alternativas para que os investidores possam ingressar neste mercado. No post de hoje, vamos contar tudo o que você precisa saber sobre os fundos imobiliários, uma alternativa para investir em imóveis com pouco dinheiro.

      O que são fundos imobiliários?

      Os fundos imobiliários, também conhecidos como Fundos de Investimento Imobiliário (FII), são veículos de investimento que captam dinheiro de vários investidores e o utilizam para comprar e gerenciar uma carteira diversificada de propriedades imobiliárias.

      Em resumo, os fundos imobiliários permitem que os investidores adquiram participações em uma carteira diversificada de ativos imobiliários. Esses fundos são criados com o propósito de investir em propriedades e outros ativos relacionados a imóveis, como edifícios comerciais, residenciais, hotéis, shoppings, terrenos e muito mais.

      Vantagens e desvantagens de investir em fundos imobiliários com pouco dinheiro

      Investir em fundos imobiliários com pouco dinheiro é uma boa maneira de acessar o mercado imobiliário sem comprometer uma grande quantidade de capital. No entanto, como em qualquer investimento, isso traz vantagens, mas também desvantagens significativas que devemos considerar.

      Aqui estão algumas das vantagens de investir em fundos imobiliários:

      • Acesso à diversificação: mesmo com um capital limitado, você pode diversificar seu investimento ao participar de uma carteira de propriedades, em vez de possuir uma única propriedade.
      • Gestão profissional: os fundos imobiliários geralmente são gerenciados por especialistas no mercado imobiliário, permitindo que os investidores aproveitem sua experiência e conhecimento.

      No entanto, esse tipo de investimento também tem duas desvantagens principais:

      • Custos de gestão: os fundos imobiliários geralmente têm custos associados, como taxas de gestão e despesas operacionais. Esses custos reduzem os retornos líquidos dos investidores.
      • Falta de controle: a gestão e as decisões de investimento estão nas mãos dos administradores do fundo, o que significa que os investidores não têm controle direto sobre seus próprios investimentos.

      Crowdfunding imobiliário, uma alternativa aos fundos imobiliários

      O crowdfunding imobiliário é um modelo de financiamento coletivo que permite que múltiplos investidores contribuam com pequenas quantias de dinheiro para financiar grandes projetos imobiliários. Este método de investimento tornou-se cada vez mais popular no setor imobiliário nos últimos anos, devido à sua acessibilidade e capacidade de democratizar o investimento em imóveis.

      Esse método permite diversificação de investimento, assim como os fundos imobiliários. No entanto, uma diferença importante a ser considerada é que o investidor decide em qual projeto deseja investir seu capital. Isso dá ao investidor mais liberdade para tomar decisões sobre os ativos que deseja incluir em sua carteira de investimento.

      Quanto aos custos de gestão, eles dependem da plataforma de investimento imobiliário pela qual você investe. No caso da Urbanitae, não aplicamos nenhum tipo de comissão ao investidor por investir em nossos projetos.

      Portanto, os fundos imobiliários são uma boa opção para investir em imóveis com pouco capital, mas cada investidor deve decidir se essa é uma estratégia que se adequa aos seus objetivos de investimento.

    3. Crowdfunding imobiliário: uma das alternativas de investimento que você deve conhecer como investidor

      Crowdfunding imobiliário: uma das alternativas de investimento que você deve conhecer como investidor

      O setor de investimentos passou por uma transformação significativa nas últimas décadas. Com a crescente digitalização e a democratização das finanças, os investidores agora têm acesso a uma variedade de alternativas de investimento que antes eram inacessíveis.

      Uma dessas oportunidades que ganhou popularidade nos últimos anos devido às vantagens que oferece é o crowdfunding imobiliário. É uma forma inovadora de incluir ativos de investimento imobiliário em sua carteira. Vamos contar tudo o que você precisa saber sobre crowdfunding imobiliário neste post.

      O que é crowdfunding imobiliário?

      O crowdfunding imobiliário, também conhecido em outros setores como financiamento coletivo de investimento, é um modelo de financiamento alternativo que permite que pessoas físicas invistam em projetos imobiliários junto com outros investidores. Em vez de comprar uma propriedade completa, os investidores adquirem uma participação em um projeto imobiliário específico. Esse enfoque divide o custo total do projeto entre vários participantes, tornando-o mais acessível para os investidores, pois podem participar com pequenos investimentos.

      Esse tipo de investimento participativo tem muitos atrativos que chamam a atenção dos investidores. A diversificação da carteira de investimentos, a acessibilidade e a redução de problemas de gestão estão entre as vantagens de investir em crowdfunding.

      Como funciona o crowdfunding imobiliário

      • Escolha uma plataforma de investimento: comece selecionando uma plataforma de crowdfunding imobiliário confiável.
      • Escolha um projeto: explore as oportunidades de investimento disponíveis, revise as informações e escolha aquelas que se alinham com seus objetivos de investimento.
      • Invista: invista uma quantia específica no projeto selecionado. Acompanhamento do investimento: a plataforma por meio da qual você investe deve fornecer o acompanhamento do seu investimento. Dessa forma, você pode acompanhar o progresso dos projetos.
      • Receba renda: dependendo do projeto, você pode receber renda periódica por meio de aluguéis ou obter lucratividade quando o projeto for vendido.

      Considerações importantes

      Investir em imóveis por meio de crowdfunding imobiliário é simples, e como investidor, você se beneficia de várias vantagens. No entanto, antes de investir, há alguns aspectos a serem considerados:

      • Riscos: todo investimento envolve riscos, e, apesar de o mercado imobiliário ser um dos mais estáveis, pode haver projetos que não atendam às expectativas de desempenho.
      • Pesquisa: antes de investir, analise cuidadosamente cada projeto e entenda os termos e condições de cada investimento.
      • Diversificação: diversificar seu investimento em diferentes tipos de projetos imobiliários pode ajudar a mitigar os riscos.

      Em resumo, alternativas de investimento como o crowdfunding imobiliário representam uma opção de investimento acessível e diversificada para aqueles interessados no mercado imobiliário sem a necessidade de investir uma grande quantia de dinheiro. Com uma análise adequada, o crowdfunding imobiliário pode ser uma adição valiosa à sua carteira de investimentos.

      Na Urbanitae, somos a principal plataforma de investimento imobiliário na Espanha. Com investimentos a partir de 500€, você pode fazer parte de grandes projetos com risco controlado. Por meio de nossa plataforma, você pode investir em diversos tipos de ativos imobiliários, como estacionamentos, lojas comerciais e empreendimentos residenciais, entre outros, com um retorno médio anual superior a 16%.

    4. Novo marco na Urbanitae: 1.000 avaliações no Trustpilot!

      Novo marco na Urbanitae: 1.000 avaliações no Trustpilot!

      Para uma plataforma de investimento, a confiança dos investidores é fundamental. Por isso, estamos muito felizes em anunciar que na Urbanitae já temos mais de 1.000 avaliações no Trustpilot, a plataforma de referência para a avaliação de empresas.

      Este marco coincide também com uma conquista a nível europeu que anunciamos há apenas alguns dias. Somos a plataforma europeia com melhor rentabilidade, de acordo com o relatório Real Estate Crowdfunding Report 2022, elaborado pela Universidade Politécnica de Milão e pela plataforma de crowdfunding imobiliário Walliance. Superamos o segundo classificado no ranking em mais de cinco pontos.

      Desde que obtivemos a licença da CNMV em 2019, financiamos com sucesso mais de 100 projetos com um valor total superior a 170 milhões de euros. A procura dos investidores tem nos acompanhado, impulsionada pelo sucesso dos nossos projetos. Apenas este ano, já proporcionamos retornos de investimento para dez projetos – nove deles, empréstimos – com uma média de TIR de 13,5%, dois pontos acima do previsto.

      Urbanitae: 1.000 avaliações e uma classificação ‘excelente’

      Com estas 1.000 avaliações, obtivemos uma classificação média de 4,4 em 5, conferindo-nos um TrustScore excelente. Estes resultados consolidam a nossa posição como a plataforma de crowdfunding imobiliário mais bem avaliada entre aquelas que reúnem um número significativo de avaliações.

      Este feito é um testemunho da satisfação dos nossos investidores e do nosso compromisso em continuar a oferecer oportunidades de investimento de alta qualidade, minuciosamente analisadas pela nossa equipa de especialistas.

      Um futuro promissor

      A confiança recebida nos motiva a continuar a trabalhar arduamente para oferecer as melhores oportunidades de investimento em termos de retorno e risco. O nosso objetivo é chegar a todos os cantos com os nossos projetos, democratizando o investimento imobiliário ao torná-lo mais acessível para todos os orçamentos. Em breve, anunciaremos novas oportunidades de investimento e retornos de projetos. Entretanto, como sempre, você pode compartilhar os seus comentários sobre a Urbanitae através do Trustpilot, por e-mail ou telefone. Teremos todo o gosto em atendê-lo.