Proteção do investidor: a CNMV atua face aos criptoativos

A proliferação de fininfluencers multiplicou a exposição (e o acesso) a produtos de investimento para investidores de retalho.
Quanto poupar e onde investir. Lições para aprender a montar um plano financeiro simples e inteligente.

A proliferação de fininfluencers multiplicou a exposição (e o acesso) a produtos de investimento para investidores de retalho.

O mercado mudou. A digitalização, a regulação e o surgimento de novos veículos de investimento abriram a porta a outras formas de participar no setor imobiliário.

O contexto económico atual, marcado pela guerra comercial e por uma política monetária de cortes nas taxas de juro, deixa aos investidores de retalho um cenário em que não é fácil tomar decisões.

Esta estratégia é concebida como uma rede de segurança que garanta que os descendentes possam usufruir de um certo bem-estar e independência financeira.

Prevê-se que o investimento imobiliário cresça 15% em 2025, elevando o volume total para cerca de 16 mil milhões de euros.

O maior acesso à informação graças à Internet e um maior compromisso por parte das entidades financeiras potenciaram a procura de uma maior independência económica por parte do consumidor.

Este tipo de financiamento é habitual tanto para particulares como para empresas que procuram obter capital de forma ágil.

Falar em investir em imobiliário com pouco dinheiro não é impossível, mas exige ajustar as expectativas e, sobretudo, redefinir o que entendemos por “investir” e por “pouco dinheiro”.

Os rendimentos obtidos pelas famílias espanholas registam números históricos, e uma parte importante provém do desempenho deste tipo de ativos.

Os fundos indexados continuam a ser, em 2025, uma opção muito atrativa para quem procura uma forma simples, eficiente e diversificada de investir.